A flor é uma coisa diferente para cada pessoa.
Para mim é poésia.
Para a abelha, um néctar.
Para um asmático, a flor é um veneno.
Para uma mulher é um adereço.
Para um morto é o seu último desejo.
Um naturalista italiano disse que a flor é a menstruação da planta.
Para um industrial que se dedique ao negócio da perfumaria, a flor é um aroma subdesenvolvido.
Para um jardineiro, uma flor não passa de uma flor.
Para ti fará parte do teu museu de recordações...
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Sem relógio...
Com ímpeto...doce...mãos entrelaçadas...braços abertos...Beijos em todo o corpo, desde a rosa aberta da tua boca, mílimetro a mílimetro...pescoço...umbigo...ventre...língua entre as pernas...abertas...até te fazer querer mais...Um canto de alegria. Lento...delicado...profundo...forte...suave...forte...até te magoar...um magoar que não doí...que liberta...Grito...Silêncio...Riso...Pele...Alma.Multiplicação de sentimentos, desejos, emoções e Prazer.Faz bem à pele...
Escrevo-me...
Para que serve escrever se ninguém lê o que escrevo? Para ser feliz. Fui feliz escrevendo. Esta felicidade que senti ninguém ma poderá tirar. E se troçarem de mim? Aqueles que troçam não sabem da minha alegria. São pobres de espirito porque não têm o seu sonho pessoal. Eu tenho.
domingo, 27 de março de 2011
Coincidências?...
Na vida não existem coincidências, acontecem-nos coisas ao longo da nossa vida tais como encontros e relações que não sabemos como aconteceram à primeira impressão. Daí os definirmos como coincidências. Mas são mais que isso, são mensagens codificadas, por de tráz de tais acontecimentos. Tornam a nossa vida melhor se estivermos atentos a tais mensagens e agarrarmos as portunidades como um bem precioso para a nossa vida. Viveremos melhor, em paz, e harmonia com o mundo, fazendo um esforço para descodificar tais mensagens e retirarmos delas lições práticas e funcionais para que as possamos aplicar no nosso dia a dia.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Silêncio...
Leio os meus livros
em voz alta,
pois há livros com
melodias fantásticas.
Para mim um bom
livro é um livro que
opera em mim uma
atitude de mudança
interior. Como qulquer
outra obra de arte.
Silêncio, Silêncio que se transforma em música quando leio em Silêncio. Silêncio tranquilizador quando me envolvo com a leitura, quando as frases são substituidas pela identificação, pela vivência de aventuras,nós não precisamos das palavras, pois comunicamos tão bem em Silêncio eu e os livros.
O meu mundo é tão frio só eu e a noite existe, eu não quero dizer adeus mas também não sei dizer olá! Continu-o sózinho por quanto tempo mais? Vou continuar por aí mesmo com medo não paro de procurar algo doce, uma palavra, um gesto, um carinho, mas como encontrar se não tenho ninguém ao pé de mim? Porque quem está ao pé de mim não existe, não é nada não é ninguém. São apenas fruto da minha imaginação! Bem! Vou comer mais um pastel de nata, e deixarei de estar sózinho. Há esqueci-me do livro, porque quem lê nunca está só.
em voz alta,
pois há livros com
melodias fantásticas.
Para mim um bom
livro é um livro que
opera em mim uma
atitude de mudança
interior. Como qulquer
outra obra de arte.
Silêncio, Silêncio que se transforma em música quando leio em Silêncio. Silêncio tranquilizador quando me envolvo com a leitura, quando as frases são substituidas pela identificação, pela vivência de aventuras,nós não precisamos das palavras, pois comunicamos tão bem em Silêncio eu e os livros.
O meu mundo é tão frio só eu e a noite existe, eu não quero dizer adeus mas também não sei dizer olá! Continu-o sózinho por quanto tempo mais? Vou continuar por aí mesmo com medo não paro de procurar algo doce, uma palavra, um gesto, um carinho, mas como encontrar se não tenho ninguém ao pé de mim? Porque quem está ao pé de mim não existe, não é nada não é ninguém. São apenas fruto da minha imaginação! Bem! Vou comer mais um pastel de nata, e deixarei de estar sózinho. Há esqueci-me do livro, porque quem lê nunca está só.
Arriscar...é Possível...
RIR... é arriscar-se a parecer idiota.
CHORAR... é arriscar-se a parecer sentimental.
DIRIGIR-SE A ALGUÈM... é arriscar envolver-se.
EXPOR OS SEUS SENTIMENTOS...
é arriscar-se a expor o seu eu mais profundo.
EXPOR AS SUAS IDEIAS, OS SEUS SONHOS...
é arriscar-se a perde-los.
AMAR... é arriscar-se a não ser amado em troca.
VIVER... é arriscar-se a morrer.
ESPERAR... é arriscar-se a desesperar.
EXPERIMENTAR... é arriscar-se a falhar.
É NECESSÁRIO, PORÉM, CORRER RISCOS,
porque o maior perigo da vida é nunca arriscar.
AQUELE QUE NÃO ARRISCA...
não faz nada, não tem nada, não é nada.
PODE EVITAR O SOFRIMENTO E A TRISTEZA,
mas não aprende nada, não sente nada,
não muda nem se desenvolve, não pode nem amar nem viver.
PRISIONEIRO DAS SUAS CERTEZAS,
torna-se escravo, abandona a sua liberdade.
SÓ OS QUE ARRISCAM, SÃO LIVRES.
CHORAR... é arriscar-se a parecer sentimental.
DIRIGIR-SE A ALGUÈM... é arriscar envolver-se.
EXPOR OS SEUS SENTIMENTOS...
é arriscar-se a expor o seu eu mais profundo.
EXPOR AS SUAS IDEIAS, OS SEUS SONHOS...
é arriscar-se a perde-los.
AMAR... é arriscar-se a não ser amado em troca.
VIVER... é arriscar-se a morrer.
ESPERAR... é arriscar-se a desesperar.
EXPERIMENTAR... é arriscar-se a falhar.
É NECESSÁRIO, PORÉM, CORRER RISCOS,
porque o maior perigo da vida é nunca arriscar.
AQUELE QUE NÃO ARRISCA...
não faz nada, não tem nada, não é nada.
PODE EVITAR O SOFRIMENTO E A TRISTEZA,
mas não aprende nada, não sente nada,
não muda nem se desenvolve, não pode nem amar nem viver.
PRISIONEIRO DAS SUAS CERTEZAS,
torna-se escravo, abandona a sua liberdade.
SÓ OS QUE ARRISCAM, SÃO LIVRES.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Relações
Edgar Allan Poe, (o pai da psicologia e literatura policial) procura uma explicação científica para o distúrbio – como poderá ser arbitrário.
Demasiada auto-consciência dá-nos uma visão deturpada daquilo que é real.
O mundo é uma multiplicidade de possibilidades.
O Eu, a Comunidade, e a Natureza…
Recuso-me a perder a esperança para a complexidade das relações, daquilo que aparentemente não funciona, atrevo-me a dizer eu não quero realismo eu quero fantasia.
O tempo é demasiado curto para me permitir sentir a crueza de algumas realidades.
Confronto a inevitabilidade da passagem do tempo, que me fecharam as portas da infância, da adolescência e deixaram em mim tornar-me um menino nos desejos e sentimentos. Porque existem sonhos que ainda não concretizei.
É o olhar através da minha janela e continuar a acreditar…
O sol voltará amanhã a brilhar!
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