Edgar Allan Poe, (o pai da psicologia e literatura policial) procura uma explicação científica para o distúrbio – como poderá ser arbitrário.
Demasiada auto-consciência dá-nos uma visão deturpada daquilo que é real.
O mundo é uma multiplicidade de possibilidades.
O Eu, a Comunidade, e a Natureza…
Recuso-me a perder a esperança para a complexidade das relações, daquilo que aparentemente não funciona, atrevo-me a dizer eu não quero realismo eu quero fantasia.
O tempo é demasiado curto para me permitir sentir a crueza de algumas realidades.
Confronto a inevitabilidade da passagem do tempo, que me fecharam as portas da infância, da adolescência e deixaram em mim tornar-me um menino nos desejos e sentimentos. Porque existem sonhos que ainda não concretizei.
É o olhar através da minha janela e continuar a acreditar…
O sol voltará amanhã a brilhar!

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